Este Natal nada teve de sossegado:
- o Ticas anda com uma ciumeira que não larga a Humana sempre a pedir miminhos. É o meu ídolo, ando sempre a correr atrás dele a imitá-lo mas parece que só o sei irritar! Sempre que me aproximo não perde uma oportunidade para me bufar ou quando não está com muita vontade oiço um profundo suspiro de "Não me chateies".
- a Teca ganhou um novo amigo: dá-me lambidelas, brincamos juntos e aninho-me nela. Ando sempre a tentar mordiscar-lhe as orelhas para a tentar montar, o feitiço vira-se contra o feiticeiro e quem acaba montado sou eu... miii
Este ano não houve bolinhas para estragar, nem árvore de Natal para roer nem prendinhas para arranhar nem fitinhas para comer.
Recebemos cada um saco de pedras, não fosse porque desde que cheguei cá em casa ando mal dos intestinos e fiz o favor de partilhar com os meus "manos".
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
ESTORVAR: Coisas que GATOS não entendem
Tico & Teca miaram em sintonia:
Teca miou:
Tico miou:
E tantas outras... são estas pequenas “maldades” com que os nossos amiguinhos de quatro patas nos presenteiam!
- Miar desalmadamente a olhar para a porta da rua não significa que os gatinhos vão à rua. E não adianta esticarem-se para chocalhar as chaves ou mexer na maçaneta redonda!
- Porque é que insistem em dormir os dois numa das camas pequenas se cada um tem a sua e ainda têm uma maior para poderem lá estar juntos?
- Roer fios dos carregadores de telemóvel não é um desporto fundamental na vida de um gato!
- Quando os Humanos endireitam os tapetes não é sinal de deslizamento em velocidade em cima do tapete.
- Quando se abre a porta de um roupeiro não significa que têm permissão para se aventurarem lá dentro.
- Quando os Humanos resolvem comer um iogurte ou uma sandes de fiambre não é sinal para pedinchar!
- Quando a Humana se ausenta da divisão da casa em que vocês se encontram nem sempre há uma razão para segui-la.
- Não vale fazerem corridas alternadas por baixo dos pés dos Humanos.
- Não podem continuar a chocar de frente com as portas do aparador para as abrirem e irem lá para dentro brincar!
- Não se deve rosnar aos outros animais... e os gatos não rosnam!
Teca miou:
- Não se afia as unhas nas costas do sofá... tens postes de arranhar e árvores no quintal para isso!
- Não sei porque achas que os insectos fazem parte da tua dieta. E não adianta miares para eu te ajudar a apanhar moscas...
- Quando é que vais entender que és um pouco maior que o teu irmão e que por isso não te podes enfiar debaixo do móvel da casa-de-banho como ele?
- Lá por o aquário ter uma portinha para dar comida aos peixes não é razão para aprender a abri-la, enfiar lá a pata e retirá-la imediatamente ou então enfiar lá o focinho.
- Tendo ou não um ratinho dentro da gaveta, não é sinal para aprenderes a abrir gavetas e roubar o que lá esteja dentro, escondendo e espalhando pela casa fora.
- Não vale roubar uma bifana quando os Humanos estão distraídos, deliciar-se a mordiscá-la e ficar a olhar com aqueles olhinhos do “Dona estou a fazer asneira mas tu deixas, não deixas?”
- Ficar uma semana sem ir ao quintal não justifica tentares perceber quem é mais rápido (a Humana a entrar ou o gato a sair e a fugir das cadelas) – QUE SUSTO! Ainda bem que nunca mais repetiu a gracinha!
Tico miou:
- Não há nenhuma razão especial para um gato inspeccionar os sacos de compras no Natal e durante o resto do ano não o fazer.
- Não sei porque achas que os insectos fazem parte da tua dieta. E não adianta andares aos saltos no quintal a morder o ar ao tentares caçar moscas...
- O sítio ideal para vomitar é no quintal e não nas carpetes.
- As meias sujas do Humano não são para roer e dar patadas!
- Os papeis que estão no placard de cortiça não são para roer até rasgar!
- Uma impressora a funcionar não é permissão para tentares enfiares-te lá dentro e amachucares as folhas de papel.
- Tu tens uma taça com água fresquinha... porque é que continuas a tentar ir beber água ao bidé, às jarras das flores ou ao copo da Humana?
- Os pardais bebés não gostam de ser lavados com lambidelas felinas.
E tantas outras... são estas pequenas “maldades” com que os nossos amiguinhos de quatro patas nos presenteiam!
by Humanos
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Esperando a meia-noite
Normalmente recarregamos as energias durante o dia para de noite fazermos quase tudo o que nos apetece. Aproveitamos o facto de os Humanos chegarem estoirados a casa e serem mais permissivos... miiiii...
Mas esta coisa de se esperar até à meia-noite depois de quatro dias com os Humanos a não nos darem descanso é complicado... já voltamos daqui a pouquinho...

Nós nem nos importamos de ir para dentro da lareira mesmo que tenha cinzas mas esta coisa de termos de fingir ser o Pai Natal é que não nos apeteceu... estes Humanos acreditam em tudo...

Mas esta coisa de se esperar até à meia-noite depois de quatro dias com os Humanos a não nos darem descanso é complicado... já voltamos daqui a pouquinho...

Nós nem nos importamos de ir para dentro da lareira mesmo que tenha cinzas mas esta coisa de termos de fingir ser o Pai Natal é que não nos apeteceu... estes Humanos acreditam em tudo...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Inspecção
sábado, 22 de dezembro de 2007
Chegou o Natal...
Este ano o Natal chegou muito mais tarde a casa dos nossos Humanos... deve ter seguido as nossas direcções e perdeu-se no caminho da nossa casa.
Lá tivemos de convencer a Humana que com a nossa ajuda conseguiriamos reaver o tempo perdido... olhem lá só as nossas patifarias (uma de cada vez claro)... miiii...
E agora fingir que estamos a ajudar... nhauuuu...
Enquanto a Humana colocava umas bolinhas na árvore de Natal aproveitava-mos para tirar as outras e jogar ao berlinde.
Miiii... por instantes confundiram-nos com prendas e embrulharam-nos...


Não ficámos nada incomodados depois de já termos tido um mestrado em vestidos amarelos... nhauuuu...
Lá tivemos de convencer a Humana que com a nossa ajuda conseguiriamos reaver o tempo perdido... olhem lá só as nossas patifarias (uma de cada vez claro)... miiii...
Enquanto a Humana colocava umas bolinhas na árvore de Natal aproveitava-mos para tirar as outras e jogar ao berlinde.Miiii... por instantes confundiram-nos com prendas e embrulharam-nos...


Não ficámos nada incomodados depois de já termos tido um mestrado em vestidos amarelos... nhauuuu...
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